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30/09/2014

A Família Sogliano - Sveva Casati Modignani Opinião!!!!




Este romance de Sveva Casati Modignani é um romance que nos envolve do início ao fim!

“A Família Sogliano” é, como o próprio nome indica, uma saga familiar, repleta de personagens fortes, segredos, cumplicidades e conflitos descritos de uma forma simples e ao mesmo tempo apelativa, fazendo com que o leitor se embrenhe de imediato nesta história muitíssimo interessante.

Os Sogliano vivem numa mansão em Torre del Greco (achei curiosíssima a denominação deste local que não conhecia e, por isso, fui pesquisar mais um pouco sobre o mesmo: El Greco é uma comuna da região de Nápoles, localizada a poucos quilómetros do vulcão Vesúvio. Esta região italiana é assim denominada devido à importância de um vinho Grego, produzido neste local no século XIV). 

De forma súbita, o quotidiano da família é abalado quando recebe a notícia da morte repentina do patriarca da família, Edoardo. Orsola, a sua esposa, fica encarregada não só do negócio da família (a indústria do Coral) como também de um segredo que o marido sempre lhe ocultou.

A leitura é ainda mais interessante pelo facto do livro estar subdividido em capítulos pequenos e relacionados , por um lado, com o passado das personagens principais da trama e, por outro lado, às vivências dessas mesmas personagens na actualidade. Assim, Sveva Casati Modignani consegue ir descrevendo as diferentes personagens, sobretudo as suas evoluções sentimentais e comportamentais de uma forma coerente, recorrendo a flasbacks.

As personagens desta saga são bastante numerosas e têm personalidades bem vincadas que aproximam o leitor desta família como é o caso de Orsola (mulher de Edoardo), Margueritta ( Mãe de Edoardo) e o próprio Edoardo,  que vamos conhecendo através dessas “viagens no tempo” introduzidas pela autora.

Conclui-se, portanto, que não é somente ao redor do segredo de Edoardo que se desenvolve esta história, é igualmente ao redor da riqueza das personagens, das suas emoções, dos locais e paisagens e, sobretudo, dos afectos.

Esta poderia ser a história de qualquer família, com altos e baixos, amores e desamores, rivalidades, aspirações, desencontros, zangas como é vulgar em qualquer família. Contudo, a família Sogliano está ligada, há mais de dois séculos, à indústria do coral. Este foi outro tópico que me despertou o interesse durante a leitura: o que é o coral? De onde provém e como é trabalhado para, por fim, ser utilizado em jóias ou outros objectos?

Mediante esta leitura e através de pesquisa consegui chegar a algumas respostas. O coral, por incrível que pareça, é um ser vivo que segrega um material orgânico de variadas cores, sendo sobretudo utilizado em joalharia. Existem dois tipos de coral: o vivo e o morto. O maior recife de coral vivo localiza-se na Grande Barreira do Coral, na costa australiana.

A aprendizagem retirada desta leitura, aliada ao sentido de humor da autora, às paisagens descritas, à sensibilidade das personagens, fazem com que este livro seja lido de um fôlego, com expectativa e, no final, deixa saudades e uma brecha aberta na história: será que vamos ter a oportunidade de ler a continuação deste livro e da saga da família Sogliano? Espero que sim!

Um livro emotivo, com uma acção rápida e pontuada por surpresas que não deixam ninguém indiferente!


19/05/2014

A Hipótese do Mal - Donato Carrisi OPINIÃO!!!

Porto Editora| 424 págs| 16,60€

Donato Carrisi foi um escritor que me surpreendeu imediatamente quando li o “Sopro do Mal”: um livro bem escrito e com uma característica que me cativa sempre nos livros policiais: o factor surpresa e o desfecho inesperado.


Apesar de ainda ter por ler “O Tribunal das Almas” do mesmo autor, este “A Hipótese do Mal” chamou-me, desde logo a atenção por três razões: uma sinopse extremamente apelativa, a mesma personagem principal de “ Sopro do Mal”, Mila Vazquez, e a frase da capa: “É das trevas que venho e às trevas devo regressar”.


A acção deste livro é, inicialmente, muito rápida, fazendo com que o leitor não consiga afastar-se durante muito tempo do livro: ocorrem diferentes homicídios , aparentemente sem ligação aparente entre si, mas à medida que avançamos na leitura, concluímos tratar-se de algo  muito mais complexo do que parecia à primeira vista.


Mila Vazquez, uma personagem complexa mas ao mesmo tempo original e com a qual estabelecemos uma forte empatia, tem como dever, enquanto responsável pelo “Limbo” (Gabinete das Pessoas Desapaarecidas), solucionar estes casos complexos.


Donato Carrisi coloca a tópica deste livro no conceito de “desaparecimento”. Já no “Sopro do Mal” aprendemos diferentes conceitos relacionados com a dinâmica policial e neste “A Hipótese do Mal” também ficamos a conhecer mais conceitos e teorias deveras interessantes, sobretudo para aqueles que, como eu, gostam de ler um bom romance policial.


Paralelamente à acção propriamente dita, há uma aura filosófica e antropológica que torna a narrativa muito particular: isto acontece, sobretudo, pela mão de uma outra personagem, Simom Berish – um policía expert em interrogatórios e que foi excluído pelos seus superiores e colegas de trabalho por algo que ocorreu no passado. Esta personagem também é muito complexa mas desperta a curiosidade e a simpatia do leitor.


Mila e Simon procuram juntos solucionar o mistério que está por detrás da “Hipótese do Mal” e, paralelamente, superar os males do passado que tanto os atormentam e que moldam as suas personalidades.


Extremamente psicológico, com uma acção rápida e uma escrita apelativa, este livro não fica nada atrás do “Sopro do Mal”. Aliás, complementam-se: ao longo do livro são feitas muitas referências ao livro anterior e o final surpreendente leva-nos a pensar, inclusivamente, que poderá existir uma continuidade num próximo livro deste autor.


Pessoalmente, não sou muito de prestar atenção às capas dos livros, mas a do “A Hiótese do Mal” chamou-me à atenção por ser muito semelhante com o “Sopro do Mal” e, desde logo concluí que poderia haver muita relação entre um livro e o outro. Para enfatizar ainda mais essa minha teoria está uma palavra que surge em ambos os títulos: “Mal”.


É um livro extraordinário, com um enredo muito bem conseguido, com uma forte componente imaginativa, suspense e reviravoltas inesperadas! Nada é o que parece e esta leitura fez com que Donato Carrisi se consagrasse, na minha opinião, um dos melhores escritores policiais da actualidade.


Fico, por isso, ansiosamente à espera do próximo livro desta “saga”, irremediavelmente relacionada com o “Mal”.

Classificação: 7 - Excelente!

Outros Livros do Autor: 

Opinião de " Sopro do Mal" aqui

24/03/2014

O Olhar de Sophie - Jojo Moyes OPINIÃO!!!!!

Porto Editora| 456págs| 16,60€


O prazer de ler um livro advém, também, do que podemos aprender através da sua leitura. Como leitora que sou há muitos anos, já aprendi bastante com muitos livros e considero que, quando se aprende com ele, o livro torna-se ainda mais importante e mágico. 

Assim, posso afirmar sem hesitações que a leitura de “O Olhar de Sophie” foi uma aprendizagem constante o que contribuiu para a considerar deveras interessante.

A acção do livro decorre em dois períodos temporais diferentes: um durante a 1ª Guerra Mundial, em França e o segundo na actualidade, em Londres. Entre ambos decorre um século e, por isso, desde logo surge a questão: o que terá acontecido entre um período e outro, durante aproximadamente um século?

Jojo Moyes entrelaça magistralmente a vida das personagens e as descrições dos acontecimentos de um período e outro e ficamos cientes que o que ocorre durante a Primeira Grande Guerra irá influenciar, irreversivelmente, a vida das personagens na actualidade.

Em 1916, Sophie vive, juntamente com a sua família, as privações provocadas pela Guerra e o que a faz tentar seguir a sua vida é o seu grande amor, Édouard Lefèvre, um pintor conceituado. Contudo, inexplicavelmente, a sua vida muda e só passado um século é que descobrimos o que realmente aconteceu a essas personagens e ao famoso retrato de Sophie, pintado por Édouard.

Nos nossos dias, Liv vive amargurada por uma perda recente quando se vê envolvida numa batalha por algo que lhe é muito querido e pelo qual luta com unhas e dentes.

São as histórias destas duas mulheres que engrandecem este romance, são mulheres tenazes, lutadoras que, perante situações adversas não cruzam os braços e cuja força motriz das suas vidas é, sobretudo, o amor.

“O Olhar de Sophie” fez-me reflectir bastante sobre a Primeira Guerra Mundial. Actualmente, a literatura foca-se sobretudo  na Segunda Guerra, provavelmente devido à sua proximidade cronológica e descura um pouco o que ocorreu em toda a Europa durante  Primeira Guerra: a fome, a existência, já então, de campos de trabalhos forçados, as pilhagens e o carácter já aí repugnante dos alemães.

Conclui–se, portanto,  que Jojo Moyes efectuou um longo trabalho de pesquisa para escrever este livro o que denota um cuidado extra para dar aos leitores novos factos, para ensinar os leitores e para os chamar à atenção para a questão social de então. O trabalho de investigação de um escritor é, para mim, uma mais- valia porque não me interessam livros que se limitem a contar histórias simples, desprovidas de um significado ou de uma lição de vida.

As personagens são em grande número neste romance, todas elas com características muito particulares, mas destaco a  Liv, com a qual tive uma forte empatia: é uma mulher que luta por aquilo que ama, determinada e astuta.  

Um tópico fundamental deste livro é a “Arte” e a forma como esta foi pilhada e menosprezada, tanto na Primeira como na Segunda Guerra Mndial pelos Alemães. Estes não olhavam a meios para obterem as melhores obras, desprezando os artistas que as criaram e as histórias que nelas habitavam. Esta situação, aprofundada em “O Olhar de Sophie” fez-me lembrar um filme que fui ver ao cinema há pouco tempo “The Monuments Man” que retrata também essa realidade, durante a Segunda Guerra Mundial mas pelas mãos nazis.

É impressionante como a Arte sempre foi menosprezada durante décadas e isso revolta-me: a Arte é, a meu ver, uma forma de transmitir o belo ou o modo como o artista vê a vida que o rodeia, é História, é emoção, é vida! E dá que pensar como milhares de obras foram destruídas e como se perderam para sempre!! As Guerras toldam a racionalidade das pessoas e o mal devasta tudo, mas será que consegue destruir o belo e as memórias das pessoas que viveram nesses tempos difíceis? 

Mais que um romance, este livro é uma reflexão, com uma pitada de humor e com um final surpreendente e emotivo que não poderá deixar ninguém indiferente!

Classificação: 6 - Muito Bom.

Já li de Jojo Moyes:
 
http://booksandliving.blogspot.pt/2009/09/silver-bay-baia-do-desejo-de-jojo-moyes.html
Clique na imagem para ler a opinião!     



Outros Livros da autora:

 
 

14/03/2014

As Lágrimas de Lúcifer - James Thompson OPINIÃO!!!

Porto Editora| 296 páginas| 2013
Deste escritor li o livro " Anjos na Neve" que simplesmente adorei! Por isso, foi com grande expectativa que peguei neste "As Lágrimas de Lúcifer", com muita vontade de reencontrar o inspector Kari Vaara e mergulhar numa história policial rodeada pelo frio finlandês.

Este policial tem dois espaços temporais, cada um pautado pela criminalidade: por um lado, na actualidade, assistimos ao crime brutal da esposa de um russo e, por outro, recuamos no tempo até à Segunda Guerra Mundial e acompanhamos a investigação da implicação da Finlândia em crimes de guerra.

Mais uma vez James Thompson coloca a tónica na narrativa da vida do inspector Kari Vaara. A meu ver este realce foi um pouco exagerado tornando a narrativa um pouco parada. Este facto conjugado com o crime cujas suspeitas não lançam grandes surpresas, fez com que as expectativas iniciais face a esta leitura se fossem esbatendo à medida que fui avançando no livro.

De facto, comparativamente com o primeiro livro deste autor, esta foi uma leitura com menos acção e com menos surpresas.

É evidente que me agrada tudo o que se refere ao contexto policial e à Segunda Guerra Mundial e neste livro consegui aprender bastante, mas não foi o suficiente para o considerar tão bom como o primeiro.

Outra mais valia neste livro são as referências à cultura nórdica, com destaque evidente para a finlandesa.

Tanto em "Anjos na Neve" como em "As Lágrimas de Lúcifer", há um toque de humor negro e de descrições macabras à medida que acompanhamos os altos e baixos do inigualável inspector Kari Vaara, cuja personalidade me cativa particularmente.

Em suma, recomendo a leitura dos dois livros, "Anjos na Neve" e " As Lágrimas de Lúcifer", exactamente nesta ordem uma vez que no segundo são feitas referências a acontecimentos ocorridos em "Anjos na Neve" e que marcaram profundamente Kari Vaara.

Tendo em conta o que acontece com muitos escritores, em que a qualidade de um segundo livro é inferior ao primeiro, dou o benefício da dúvida e aguardo a publicação de mais livros do autor James Thompson.

Classificação: 5 - Bom.

Mais livros do autor:

http://booksandliving.blogspot.pt/2012/03/anjos-na-neve-james-thompson.html
Clique na imagem para aceder à crítica!

13/03/2014

O Culpado - Lisa Ballantyne OPINIÃO!!!!

Porto Editora|381páginas|Fev. 2014


A sinopse deste livro foi o que me despertou o interesse: o homicídio de uma criança de oito anos provavelmente morta por outra criança de apenas onze anos, não é uma história comum em literatura policial e, como tal, eram altas as minhas expectativas ao iniciar esta leitura.

Com uma narrativa, inicialmente, célere, ficamos a conhecer a vida e a infância conturbada das duas personagens centrais, Daniel e Sebastian: o primeiro, um jovem advogado promissor que não teve uma infância fácil e a sua conduta, em virtude disso, nunca foi exemplar, nomeadamente durante a sua juventude. Contudo, com o passar do tempo, torna-se responsável e tenta exercer a justiça de uma forma exemplar. Sebastian, por seu turno, acusado de ter matado Bem, é o cliente de Daniel e partilha com ele a infância difícil e um carácter forte, nada usual em crianças de onze anos.

Alternando passado e presente, Lisa Ballantyne, através de uma escrita fluente e apelativa, demonstra aos leitores como a infância, os traumas e as relações humanas em idade infanto-juvenil, moldam a personalidade das pessoas e têm consequências inesperadas na sua vida. Esta componente psicológica acompanha o leitor do princípio ao fim do livro, lançando questões, chocando mesmo em determinadas descrições e fazendo-nos pensar, sendo por isso um dos factores que mais apreciei nesta leitura.

As semelhanças nas histórias de vida das personagens principais fazem com que estas se aproximem e, inclusivamente, é difícil a Daniel manter uma certa imparcialidade na defesa de Sebastian. Contudo, durante todo o livro permanece a dúvida: Sebastian é ou não culpado? Para além desta, surge ainda outra questão: o que aconteceu no passado de Daniel que fez com que ele passasse a odiar a sua mãe adoptiva?

Estas duas questões fizeram-me prosseguir a leitura com uma forte expectativa. Contudo, o ritmo narrativo um pouco lento, sobretudo a partir de metade do livro, dificultou-me um pouco o prosseguimento da mesma. Conclui, desse modo, que este livro não é um policial na verdadeira acepção da palavra: tem uma narrativa lenta, foca-se bastante na história passada de Daniel e menos na investigação do homicídio propriamente dito. 

Por outro lado, esta história faz-nos reflectir ainda sobre outra questão que, muito sinceramente, pouco ou nada sabia antes de ler “O Culpado”: a partir de que idade se pode considerar que uma criança/jovem tem já consciência do mal que pode causar a outra pesssoa? Com que idade os jovens já são responsáveis pelos seus actos, podendo desse modo, serem julgados nas entidades competentes? E uma vez comprovados o crime e a sua culpabilidade, onde se deve colocar a criança/jovem: numa cadeia ou num reformatório?

Estas questões são muito pertinentes e considero que, infelizmente, são pouco discutidas actualmente. Todavia, seria bom que as autoridades e as organizações sociais fossem pensando no assunto, uma vez que, infelizmente, a percentagem de crimes em idade jovem tem vindo a aumentar, devido sobretudo e tal como é focado em “O Culpado”, às consequências psicológicas e sociais que advêm de uma infância perturbadora.

Apesar de contar, inicialmente, com um livro policial, focado numa investigação, menos descritivo e com mais acção, esta leitura foi interessante na medida em que me fez reflectir sobre questões sociais importantes e que, actualmente, são mais vulgares do que se poderá pensar à primeira vista.

Classificação: 5 - Bom.

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