
My rating: 2 of 5 stars
Razões da escolha do livro: Oferta Editora Asa e desafio do mês de Setembro.
Proveniência: Editora Asa/ a minha biblioteca.
A minha Opinião:
“Esta história é na sua essência uma fantasia. Não pretende ser mais do que isso. (…) Mas a maioria das coisas que nela se passam acontece (…) no mundo de hoje. (…) Não é uma história impossível, apenas fantasiosa”.p.15
Este é um livro diferente do que Agatha Christie nos habituou: não é um policial, é antes um thriller de suspense e espionagem.
Esta leitura não me cativou porque espionagem não é o meu género preferido. Contudo, a linguagem e as descrições elaboradas pela escritora são sempre excepcionais!
O livro tem aventura e suspense e é apropriado para lermos Agatha Christie num registo diferente do que o policial.
O melhor: O toque único nas descrições e na criação de suspense de Agatha Christie.
O pior: Ser um livro de espionagem.
A minha classificação: 4 – Interessante.
Período de Leitura: De 1 a 5 de Setembro de 2012.

My rating: 3 of 5 stars
Razões da escolha do livro: Oferta Editora Asa.
Proveniência: Editora Asa/ a minha biblioteca.
A minha Opinião:
Agatha Christie consegue sempre suspreender e manter o leitor preso ao livro por muitos livros que já se tenham lido desta escritora.
“A Teia de Aranha” é uma peça de teatro escrita por Agatha Christie e adaptada por Charles Osborne. Esta peça, paralelamente a muitas outras levadas a cena pela mão da “Rainha do crime”, teve um sucesso espectacular, mantendo-se em cena durante muitos anos.
De facto, ao lermos este livro ficamos com a sensação de estarmos sentados numa plateia a assistir ao desenrolar da trama, ao entra e sai dos actores, às mudanças de cenário.
Para além dessas características, este livro é enigmático e, mais uma vez, as aparências iludem e até mesmo no final, após uma explicação aparentemente racional dos acontecimentos, ficamos na dúvida se realmente foi mesmo o que se passou ou não…
Clarissa recebe em sua casa três amigos e uma pessoa cuja visita não é do seu agrado: o actual marido da ex-mulher de Henry, o seu companheiro. A chantagem de que é vitima depressa é esquecida quando Clarissa “tropeça” literalmente num cadáver na sua própria sala…
A descrição das personagens e das situações são fantásticas e o desenlace é inesperado!
Gostei muito e recomendo!
O melhor: As personagens, o suspense, a semelhança com uma peça de teatro. O final em aberto…
O pior: Nada a apontar.
A minha classificação: 5 – Bom.
Período de Leitura: De 29 a 31 de Outubro de 2012.
A Autora:
Agatha
Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na
Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço
voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como
funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia
fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que
figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria
concepção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o
arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo,
participando activamente nas suas escavações arqueológicas, nunca
abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica
fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.
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